quinta-feira, 23 de agosto de 2012

EVENTO EM COMEMORAÇÃO AO DIA DOS PAIS

Agradecemos a presença dos pais e de seus(suas) filhos(as), na manhã do último sábado.
O dia estava agradável, favorecendo assim, a execução e a participação dos pais e filhos nas oficinas.
Parabéns pais! Percebemos no semblante das crianças, que elas estavam felizes em tê-los dentro do seu ambiente escolar.

 

 
O

Oficina de Língua Estrangeira
Confeccionando o cartão do papai.

O

Oficina de Quebra-Cabeça.






quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Hoje: Teatro na Escola


Todos os alunos da E.E.I. Maria das Dores, estão convidados a assistir a peça de teatro, produzida pela equipe da Future Teeth, que ocorrera dentro da unidade escolar.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

SEÇÃO LEITURA COMPARTILHADA

Com o objetivo de enriquecer o ‘momento leitura’ foi proposto uma pesquisa, para casa, de diversos textos. Como sempre fui surpreendida com o entusiasmo e comprometimento da turma; colaborando com uma diversidade de textos incrível.
Veja abaixo:

























Professora Suéllen Pinelli

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A linguagem do choro.



É nos primeiros anos de vida que muitas crianças frequentam as creches e pré-escolas. Nesse período nossa dependência do outro constitui uma peculiaridade especial do desenvolvimento (Wallon, 2007). Ela vai se
transformando gradualmente, à medida que a criança vai conquistando novas formas de ação. 
Desde bebês possuímos certa organização comportamental e algumas condições para perceber e reagir às situações exteriores, principalmente aos parceiros diversos que formam nosso meio humano. É na relação com os outros que vamos compreendendo o mundo, dando significado para as ações, dominando formas de agir, pensar e sentir presentes em nosso meio cultural, desenvolvendo a capacidade de expressão e de linguagem.
Tomemos como exemplo o comportamento do bebê em seus primeiros meses de vida. Inicialmente ele chora em reação a diferentes incômodos e ajustes orgânicos: cólicas, sono, fome, necessidades de higiene etc. Os adultos responsáveis pelos cuidados com o bebê reagem ao choro e tomam atitudes para ampará-lo, oferecendo-lhe alimento, colo, trocando suas fraldas etc. 
Pouco a pouco, o bebê percebe que sempre que chora obtém a atenção de seus objetos de afeição. Começa então a chorar não mais como ação reflexa: agora seu choro se torna intencional, isto é, ele chora para obter a atenção desejada e a resolução de seus desconfortos. Depois de algum tempo, podemos até diferenciar quando o choro indica fome, ou sono, ou
apenas necessidade de proximidade física. Não apenas o bebê vai controlando seu choro (mais intenso, mais alto), como também os adultos que se relacionam com ele vão aprendendo, na interação, a diferenciar suas formas de expressão e construindo junto com ele novos e diferentes significados, tanto para o choro quanto para os demais gestos expressivos que a criança vai desenvolvendo. 
Vale destacar que a forma como o adulto vai compreender esse choro será fundamental para que a criança vá também atribuindo sentido às suas sensações. Para ela, embora reconheça o desconforto físico, a discriminação entre o que exatamente “está lhe incomodando” não é clara. Se por acaso o adulto reage ao choro do bebê, achando que sempre que ele chora é porque está com fome e o alimenta, é provável que o bebê comece a associar suas sensações desconfortáveis àquela forma de conforto apresentada pelo adulto (ao alimento, nesse caso).
Por isso é importante investigarmos as expressões infantis, tentando compreender os diferentes significados que se expressam em seus comportamentos. Será por meio de nossa ajuda que, desde muito cedo, o bebê irá compreender e dar sentido ao que sente e vive. Podemos mesmo dizer que nascemos disponíveis para o contato com o outro e dependemos dele para nosso desenvolvimento. 
O aprendizado da convivência é potencializado nos espaços de educação infantil. É nesses locais que privilegiadamente poderemos aprender a negociar com o outro, reconhecer os diferentes pontos de vista, lidar com conflitos de interesse, promover situações cooperativas, internalizar regras, trocar afeto etc. No ambiente das creches e pré-escolas as crianças poderão ter múltiplas oportunidades de se relacionarem, desenvolvendo formas de comunicação variadas.E também de vivencia os diferentes desafios que a convivência põe em cena. Vimos então que a imitação é uma forma de conhecer o outro, de compreender formas de se relacionar e expressar a partir da vivência com os parceiros, sejam crianças ou adultos. Será a partir da interação que as crianças descobrirão formas socialmente construídas de estar juntas, comunicar-se, elaborarem regras coletivas. É o encontro com o outro que dispara nosso desenvolvimento.

Fonte:http://portal.mec.gov.br/ - Revista Criança, Nº 46, pag.12.






O aprendizado pela imitação.


Relacionar-se com o outros se dá de muitas e diversas formas. Uma criança que começou a frequentar a creche pode passar alguns dias ou meses mais observadora. Aparentemente poderíamos dizer que ela não está se relacionando, pois não faz nenhum movimento em direção a outras crianças. No entanto, se observarmos o interesse com que ela acompanha as ações do grupo, os movimentos e brincadeiras que passa a fazer a partir dessa observação, poderemos perceber claramente o quanto a presença do outro influencia suas ações. As experiências partilhadas entre as crianças vão constituindo a história, a cultura do grupo. Essas experiências permitem que as crianças estabeleçam relações de confiança, de intimidade, de pertencimento. Nesse sentido a imitação tem papel importante, o de integrar, criar identificações, significados partilhados coletivamente. A imitação faz parte do desenvolvimento cognitivo e cultural da criança. É pela imitação que ela vai experimentar comportamentos e ações que talvez ainda não fizesse por conta própria. Nesse sentido ela se coloca em situação de aprendizagem, de ampliação de seus recursos de ação. Impulsionada pelos modelos que a cercam, vai criando e incorporando novas formas de ação.

Fonte: http://portal.mec.gov.br/ - Revista Criança Nº 46, pag. 11



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Definição de: Educação Infantil, Criança, Currículo e Proposta Pedagógica.

Educação Infantil:

Primeira etapa da educação básica, oferecida em creches e pré-escolas, às quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social.

 Criança:

Sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.

Currículo:

Conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.

Proposta Pedagógica:

Proposta pedagógica ou projeto político pedagógico é o plano orientador das ações da instituição e define as metas que se pretende para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças que nela são educados e cuidados. É elaborado num processo coletivo, com a participação da direção, dos professores e da comunidade escolar.

Fonte: http://portal.mec.gov.br - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dia dos Pais: 12/08/12



“Muito Obrigado Papai
Eu tirei seu sono,
fiz você sorrir,
e aprontei bastante.
Mesmo assim você contou histórias pra eu dormir.
Às vezes perto,
às vezes longe,
mas sempre preocupado.
Por tudo isso, papai, Muito Obrigado
Feliz Dia dos Pais!!!”
A equipe da E.E.I."MARIA DAS DORES" deseja aos pais felicidades, no seu dia.